Rush (2013)

 Ação, Biografia, Daniel Arrieche, Drama, Esporte  Comentários desativados em Rush (2013)
set 232013
 

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O primeiro grande trunfo de “Rush” é a semelhança física que existe entre os protagonistas Chris Hemsworth e Daniel Bruhl que representam James Hunt e Nikki Lauda, respectivamente. Após aparecer como “Thor” para os cinemas, Chris faz seu papel mais insinuante e de respeito, também nas mãos do experiente Howard. E Daniel para quem não lembra de “Adeus, Lenin!” traz um austríaco típico, com a segurança suficiente para emocionar público e o próprio herói da fórmula um, que diz ter chorado após assistir a obra. Um verdadeiro deleite para os fãs do esporte. Não sou tão ligado no esporte ou patrocinadores e nem acordava cedo para assistir as corridas, porém não há como se emocionar com uma história bem contada e com a medida certa, misturando cenas produzidas com as reais da década de setenta. À vezes não conseguimos identificar o que é real ou não, tão perfeita a sincronia montada pelo editor. Nas cenas de corrida (em especial a última) você pode sentir o ronco dos motores e até a chuva batendo no capacete. Para quem não é conhecedor da história, é o encaixe perfeito de entretenimento do cinema e a rivalidade da Fórmula 1.

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O Lutador (2010)

 Biografia, Daniel Arrieche, Drama, Esporte  Comentários desativados em O Lutador (2010)
nov 082011
 

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Definitivamente “The Fighter” faz jus a todos os premios em que concorre… e será pouca injustiça caso ganhe todos. Mais um daqueles filmes em que você acha que vai ver “apenas mais um filme de luta”, talvez como o ultimo de Rourke, ou Stallone, mas a surpresa vem se apresentando gradativa, e aos poucos o espectador vai se envolvendo com o drama de Dick (Bale) contra o crack, as brigas em família, as decepções do próprio Micky (Wahlberg) em relação ao caminho que escolheu. A fabulosa Charlene (Amy Adams, de uma beleza estonteante) faz o peso da balança pender muitas vezes para o seu lado, e rouba as cenas, fazendo com que realmente se acredite que ali não está uma atriz, mas sim a própria personagem, sem máscaras. Como diz o cartaz promocional: “o melhor filme de boxe, depois de Rocky”. P.s.: pela primeira vez invejo Wahlberg desde os “New Kids…”.

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