maio 122017
 
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Se o filme “The Void” for visto apenas pelo que chamo de “contexto cinematográfico mero e simples”, que é sentar no sofá e assistir televisão, sem compromissos com o ambiente em si ou ainda despreocupado em ter uma qualidade de experiência razoável, se tornará chato, irrelevante e apenas mais uma daquelas escatológicas obras trash. Interagindo com os detalhes da estética, e a história até o final da produção se tem uma nova visão.

A história gira em torno de um policial que, pouco depois de entregar um paciente a um hospital quase vazio, experimenta ocorrências estranhas e violentas aparentemente ligadas a um grupo de misteriosas figuras encapuzadas…

Todo ou boa parte de “The Void” foi monetizado via crowdfunding (site de financiamento coletivo) e levou praticamente 10 anos para ser finalizado. Conta com um elenco praticamente desconhecido, porém com uma equipe de retaguarda que faz todo sentido ao tipo de filme apresentado. A proposta é um filme com âmbitos de “filme b”, recheado de monstros esquisitos, rituais a deuses estranhos, sangue de anilina e tudo muito nojento a ponto de franzir a testa e puxar o lábio. Porém na onda retrô de “Stranger Things” acaba por estragar o filme.

A ideia é boa, mas o roteiro deixa bastante a desejar: onde exste a preocupação com a estética acaba se esquecendo um bom tanto que para tudo isto funcionar, é necessário uma história que prenda e traga o público consigo até o final. O que não acontece. Apesar de começar interessante, o final deixa o espectador sonolento tirando o brilho da obra.

Link para o IMDb

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