set 162014
 
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noolhodotornado

A cada blockbuster que surge uma nova cara se torce. Invariavelmente a mídia cinematográfica nos apresenta um “ganha pão” as custas de novos expectadores, com filmes que nada apresentam de novo e trazendo as velhas e batidas idéias de roteiro com alguns clichês clássicos. Mas nem tudo está perdido quando a técnica e a tentativa de mostrar a veracidade dos fatos e/ou os acontecimentos o mais próximo do realismo. A idéia de “No Olho do Tornado” em mostrar os fatos como realmente são, é no mínimo bem intencionada uma vez que outros com a mesma temática se mostraram bastante fantasiosos quanto aos filmes catástrofe. Segundo especialistas no assunto as imagens reproduzidas pelo diretor Steven Quale e sua equipe se aproximam muito da realidade dos fenômenos já vistos, e também trazendo uma projeção real do que aconteceria quando um ou mais tornados atingissem uma localidade. Porém é justamente pelo excesso de zelo que o filme peca: deixa o enredo e o elenco desandarem. A expectativa de ver Sarah Wayne (a Lori, de “The Walking Dead” ) em relações familiares e amorosas fica de lado, tanto quanto a relação entre pai e filhos com o ator Richard Armitage (O Hobbit). Juntamente com a escola, os aeroportos, as casas, os edifícios e toda a cidade de Silverton e os demais prenúncios de um bom filme, são levados como o próprio tornado das telas. As tramas emocionais são esquecidas e ao apagar das luzes acabam resolvendo-se como em um passe de mágica (ou uma leve brisa) tornando-se um filme massante e desgastante, tanto para o público, quanto para os personagens, quanto para a própria tentativa de um bom entretenimento nas telas.

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