abr 242014
 
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Noe

É preciso ter fé. E paciência. É preciso se desprender de preconceitos e talvez de certa religiosidade para assistir “Noé”, o novo filme de Daren Aronofsky. Não gosto do tema religião como mote para qualquer produção ou discussão, pois a palavra não dita ou colocada de forma não inteligível pode ofender uma opinião ou ofuscar o brilho de uma arte cinematográfica. A tentativa de fazer uma nova teoria criacionista faz com que o público fique na dúvida se entrou na sala de cinema para assistir o filme certo: uma mistura de “Transformers”, “Senhor dos Anéis” e “Caverna do Dragão” tenta explicar a origem do homem e sua descendência dos ancestral Set, filho de Adão e Eva. O ator Russel Crowe pode ser considerado uma vítima do sistema, (ainda que o papel de salvador da pátria sempre tenha lhe caído muito bem) bem como qualquer outro poderia ter encarado a cilada de um personagem completamente controverso e sem muito sentido: ora Noé salva humanos de um genocídio, ora deixa-os ser massacrados como se nada soubesse. Saudades de Spartacus, do Ben-Hur, dos Dez Mandamentos, etc…

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