dez 172013
 
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carrie

 

Há quem diga que clássicos não devem ser mexidos, revirados ou revisitados. Há quem torça o nariz para os “remakes” ou para as novas tentativas de fazer com que mais do mesmo seja sucesso. Casos como as refilmagens de “A Morte do Demônio”, “Psicose” e “Footlose” nunca deveriam ter saído do papel pois além de não acrescentarem NADA a obra inicial, ainda ameaçam desmitificar um clássico que não por acaso fora colocado nas mãos de diretores certos como Sam Raimi e Hitchcock. No caso da refilmagem de “Carrie” (primeiro romance do mestre Stephen King) não é muito diferente… a história se repete: a adolescente que é moralmente atormentada e punida pela própria mãe para que siga conceitos religiosos e que acaba sofrendo bulling na escola pela falta de conhecimento. Porém a jovem tem um estranho poder de telecinese e que desenvolve contra aqueles que a oprimem. A atriz Chloe Grace Moretz (que foi escolhida claramente por sua atuação na versão americana de “Deixe Ela Entrar”) é bastante esforçada e ao lado da veterana Julianne Moore, mas não consegue convencer: como já li em outras críticas, ela mais parece uma X-Men ciente e abusando de seus dotes, do que como uma atormentada problemática. A Carrie White de 2013 não é oprimida. Este não é um filme de terror. Nem mesmo de suspense. É apenas uma história que não deve ser contada de novo.

Compare aqui as produções de 1976 e 2013.

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