set 122013
 
 
O ator e então diretor Selton Mello traz em seu segundo filme “O Palhaço” o lirismo que falta a muitos filmes do cenário nacional e que não dizem a que vem. As decepções do protagonista Benjamim atrás da maquiagem de “Pangaré” fazem repensar o que realmente se busca da vida e o que realmente há nela: a busca incessante pela felicidade. Com seu pai “Puro Sangue” (Paulo José) comanda uma intrépida e engraçada trupe circense que anda peregrinando de cidade em cidade atrás do pão nosso de cada dia. Fato é que Selton se sai muito bem na experiência de cores e paradigmas (por vezes oníricas) e traz as telas um filme onde os personagens mostram suas decepções e mazelas, e que tudo tem seu preço. Não deixem de notar a presença do eterno Ferrugem e do impagável Moacir Franco. O gato bebe leite, o rato come queijo… e assim por diante.

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